Se hoje, os jornais estão cheios de manchetes do tipo: bebês abandonados no carro, jogados no lixo, achados no forno, fico a imaginar o que acontecerá quando os deputados copiarem as legislações Francesas e Holandesas que permitem as relações sexuais nos parques públicos. É aí, que dando seqüência ao pensamento, que verifico a podridão diária lançada à opinião pública através da mídia, formando uma geração amoral e desvinculada de compromissos sérios de manutenção da célula sagrada originária da humanidade que é a família. Manchetes de filho matando pai, pai matando filho, menino matando irmão, pai estuprando filha, rapaz morrendo por uso de drogas, ou nas mãos de traficante, tudo isso em número avassalador, levando os leitores a um convívio diário com tais lixos e fazendo com que estes se tornem “normais” e fazendo parte da vida cotidiana. A imprensa está dando ibope para os marginais. Está gastando espaço com lixo ao invés de promover um crescimento moral e ético dos leitores. Fala-se que o povo gosta é disso. Será verdade ou ele foi forçado a gostar por não ter outras opções? Por exemplo, ainda essa semana li no jornal que um estuprador foi linchado. Prefiro esta noticia ou outras que tais: traficante morto pelo pai de usuário de drogas; seqüestrador preso e morto por familiares do seqüestrado. Dirão que estou fazendo apologia da violência e insuflando o povo a fazer justiça pelas próprias mãos. Mas se isto acontecer será melhor do que ver o mundo sendo nocauteado pelos valores malignos da impunidade e valorização pública dos criminosos. O que se gasta para proteger os Fernandinhos Beira Mar da vida, com escoltas de helicópteros, carros, aviões; com o próprio governador de um estado como São Paulo ir para a televisão declarar que não tem como dar segurança para um preso tão importante, é inacreditável, inaceitável e um atestado completo de insanidade moral, cívica, ética e profissional.
Sugeriria à mídia, que ao invés de dar manchetes aos criminosos, comece a dar manchetes a coisas saudáveis e que possam ajudar favoravelmente na formação de uma geração mais comprometida com os valores morais, éticos e religiosos que são verdadeiramente o sustentáculo de uma humanidade mais justa e solidária no amor.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br
segunda-feira, 16 de junho de 2008
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