segunda-feira, 16 de junho de 2008

TRISTEZA INFINITA

Ai que tristeza infinita
Minha alma chora e grita
Neste dia feio e nublado
Em que não tenho você ao meu lado
Minha vontade é de partir
Sem saber pra onde ir
Quisera talvez a morte encontrar
Pois nesta vida não há mais lugar
Onde eu possa me esconder
Pois tudo faz lembrar você.

Saco de querência

Quando somos fecundados no ventre de nossa mãe, nasce conosco um reservatório onde recebemos e guardamos todo amor que nos chega: dos pais quando somos amados e desejados por eles; dos avós, dos tios, primos, amigos, enfim, todos do círculo de relações em cujo contexto estamos. Quando nascemos, este reservatório quase transborda de tanto amor. Com o correr dos anos cabe a cada um de nós zelar pelo nível do conteúdo para que não diminua e continue crescendo... Nisso está o segredo de um futuro alegre e feliz ou triste e solitário. Necessàriamente, quer queiramos ou não, o nível irá cair sempre que um dos que nos amam deixe o nosso mundo - ( a quantidade de amor que nos dedicava não existirá mais, e diminuirá no reservatório ) – e, como ninguém fica para semente...
Então, no decorrer de nossas vidas devemos sempre praticar boas ações, fazer amizades sadias, criar um círculo de amor, fraternidade, solidariedade, de modo que nossos reservatórios de amor continuem a crescer e em assim sendo, transborde amor para todos que de nós se aproximem.
Os que não fazem isso, o reservatório secará e eles fenecerão solitários e tristes.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

O PODER DA IMPRENSA

Se hoje, os jornais estão cheios de manchetes do tipo: bebês abandonados no carro, jogados no lixo, achados no forno, fico a imaginar o que acontecerá quando os deputados copiarem as legislações Francesas e Holandesas que permitem as relações sexuais nos parques públicos. É aí, que dando seqüência ao pensamento, que verifico a podridão diária lançada à opinião pública através da mídia, formando uma geração amoral e desvinculada de compromissos sérios de manutenção da célula sagrada originária da humanidade que é a família. Manchetes de filho matando pai, pai matando filho, menino matando irmão, pai estuprando filha, rapaz morrendo por uso de drogas, ou nas mãos de traficante, tudo isso em número avassalador, levando os leitores a um convívio diário com tais lixos e fazendo com que estes se tornem “normais” e fazendo parte da vida cotidiana. A imprensa está dando ibope para os marginais. Está gastando espaço com lixo ao invés de promover um crescimento moral e ético dos leitores. Fala-se que o povo gosta é disso. Será verdade ou ele foi forçado a gostar por não ter outras opções? Por exemplo, ainda essa semana li no jornal que um estuprador foi linchado. Prefiro esta noticia ou outras que tais: traficante morto pelo pai de usuário de drogas; seqüestrador preso e morto por familiares do seqüestrado. Dirão que estou fazendo apologia da violência e insuflando o povo a fazer justiça pelas próprias mãos. Mas se isto acontecer será melhor do que ver o mundo sendo nocauteado pelos valores malignos da impunidade e valorização pública dos criminosos. O que se gasta para proteger os Fernandinhos Beira Mar da vida, com escoltas de helicópteros, carros, aviões; com o próprio governador de um estado como São Paulo ir para a televisão declarar que não tem como dar segurança para um preso tão importante, é inacreditável, inaceitável e um atestado completo de insanidade moral, cívica, ética e profissional.
Sugeriria à mídia, que ao invés de dar manchetes aos criminosos, comece a dar manchetes a coisas saudáveis e que possam ajudar favoravelmente na formação de uma geração mais comprometida com os valores morais, éticos e religiosos que são verdadeiramente o sustentáculo de uma humanidade mais justa e solidária no amor.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O mundo virtual e seus perigos

Com os “olhos nos olhos”, normalmente ainda corremos o risco de sermos enganados com mentiras e outras coisas mais, imagine o amigo que me lê, o perigo que corremos quando nos relacionamos com outros seres humanos, escondidos atrás da imagem virtual. Estou escrevendo sobre isso exatamente por causa de um acontecido. Estou cansado de ler e ouvir casos escabrosos de pedofilia, drogas, aliciamento de menores nestas centrais de relacionamento virtual, que ao ver minha neta com sua amiguinha conversando no Orkut, fiquei deveras preocupado não só com elas mas também com centenas de outras crianças indefesas, ingênuas e desprovidas de esclarecimentos dos perigos que estão correndo. Atrás da máquina, normalmente com sujeiras na mente, sempre tem criminosos, bandidos, pedófilos, seqüestradores, estupradores, enfim, os covardes sempre agem escondidos, traiçoeiramente e sempre contra alvos fáceis como as crianças. O que poderemos fazer?... Em primeiro lugar nos entregarmos e aos nossos entes queridos, à guarda de Deus. Em segundo lugar ficar de olhos e ouvidos abertos às movimentações cibernéticas de nossos filhos e netos procurando evitar que entrem em tais relacionamentos. Em terceiro lugar, movimentarmos-nos procurando detectar os perigos e mostrando tudo que acontece em tais centrais de relacionamentos que podem ser prejudicial ao desenvolvimento sadio de nossas crianças.

Respeito ao direito de morrer com dignidade

A vida tem várias etapas que percorremos normalmente sem preconceitos, sem medos, sem constrangimentos: passamos pela infância onde temos a educação de berço chegamos a puberdade, ficamos adultos, estudamos, casamos, temos filhos, depois netos, chegamos a maturidade, à velhice, aí... a morte é a única etapa que todos criam fantasmas sobre ela, criam medos, envolvem-na de tristezas, chamam-na de choque doloroso, e no entanto é uma etapa normal obrigatória e pela qual todos nós vamos passar independentemente de posições sociais, de sabedoria, de riqueza... ela é a ponte de transposição de uma vida para outra, ponte pela qual passarão todos: pobre, ricos, reis, rainhas, pretos, brancos, bandidos, santos, ninguém escapa de passar por essa ponte. Se durante a existência temos direito de estudar nessa ou naquela escola, temos o direito de casar, temos o direito de habitar, de trabalhar, enfim temos o direito de dirigir a nossa vida do jeito que quisermos e de acordo com as normas legais de relacionamento humano, temos também o direito de morrer em paz, com respeito e sem imposições outras que sejam contrárias a nossa vontade. Dito isso, exemplifico: respeito os princípios de todas as pessoas mas tenho para mim que se for acometido de uma parada cardíaca, não quero que me ressuscitem com máquinas; se estiver doente, os médicos disserem que na medicina não há mais recursos, que só Deus pode me curar: não me deixem ligado em máquinas em estado de vida vegetativa. Fujo de u.t.i.s e c.t.i.s como diabo foge da cruz... Isto tudo que escrevi é oriundo de acontecimento recente em que uma senhora de 89 anos que ficou 15 dias na u.t.i, onde teve infarto do miocárdio, saiu do c.t.i ficou 3 dias no quarto com os familiares, voltou a passar mal e os médicos disseram: se ela ficar no quarto morrerá ainda esta noite, se for para o c.t.i durará ainda algum tempo. Quando falaram isso, a família pediu que a deixassem morrer com dignidade entre as pessoas que ama sem a frieza de estranhos e de ambiente e de máquinas... os médicos não respeitaram a vontade das filhas, genros, netos e bisnetos em favor do respeito ao direito de morrer com dignidade cercada do carinho e do amor de todos que acompanhou a vida toda. Levaram-na para o c.t.i as 21 horas do dia 21 de Maio de 2008 e ela faleceu as 06:40 horas do dia 22 de Maio de 2008.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

AMOR CONTIDO

Tenho medo. De que?
Não sei o porque.
Sou feliz. Entretanto,
Isto eu lhe garanto,
Ao invés de alegre ficar,
De feliz eu me por a cantar,
Eis-me triste angustiado,
Ao viver meu amor calado.
Serei diferente no amar?
Ou só aprendi a chorar
Nesta vida de desamores
De poucas venturas e muitas dores,
Que me faz assim tão medroso
Triste e até rancoroso
Com este destino malvado!
Que me perdoem o pecado
De ir contra a sina da vida
Que em mim só tem feito feridas.
Talvez por isto agora
Tenha medo de por para fora
A alegria desta paixão
Que explode em meu coração.

BARCA DA VIDA

Quero vagar novamente
Suave e tranqüilamente
Por sobre as ondas da vida
Numa existência comprida
Com muito amor e carinho.
A barca será meu ninho
Minha mulher será o leme
Os filhos serão os remos
E todos juntos a cantar
Haveremos de chegar
Ao objetivo comum
Que é de todos e de um
Ser feliz simplesmente,
Amarmos muito, ser gente.

Uma simples mudança de costume

A qualquer favor recebido tem-se o costume de se agradecer com um “MUITO OBRIGADO” Comecei a pensar sobre este procedimento tão usual no mundo inteiro e cheguei a conclusão que uma simples mudança neste modo de agradecer pode trazer benefícios imensos a toda humanidade. Se cada um de nós ao invés de muito obrigado usássemos as expressões: Deus lhe pague ou Deus te dê em dobro ou outras expressões em que se transfira para Deus a incumbência do pagamento do favor, tenho certeza absoluta que Deus sempre paga o que se Lhe pede com fé, amor e sinceridade. Por outro lado cada um de nós teríamos que nos esforçar para ouvir também tais expressões dirigidas a nós de modo a não ficarmos devedores de Deus. Esta conta corrente em números demográficos seria uma infinita troca de benefícios entre os homens proporcionando à humanidade inteira, paz, solidariedade e um profundo e necessário relacionamento com o Criador.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

Cigarro:casos e acontecidos

Comecei a fumar em 1958 e segui a trilha do vício até maio de 1981, quando a pedido de minha mãe e fazendo promessa para que ela recuperasse a saúde, parei de fumar até novembro de 1984 quando mergulhei de novo no vício. Daí para frente foram incontáveis tentativas para parar sem êxito. Em meados de 1988 minha esposa contou-me que nosso filho do meio estava começando o vício do fumo. Fui então conversar com ele e a conversa foi mais ou menos assim: “Meu filho, estou terrivelmente frustrado e triste porque me considero um cara sem virtudes para servir de exemplo a você” Perguntou-me o porquê dessa tristeza e eu então completei “Eu não devo ter virtude nenhuma, pois você é testemunha do esforço que estou fazendo para parar de fumar, mil e uma tentativas frustradas e no entanto você está me copiando. Isto me faz pensar que não devo ter nada de bom para você copiar. Você pegou o mais triste e errado de minha vida para copiar.”
Foi o bastante. Nunca mais tive notícia de qualquer de meus filhos fumando. Em 1993, no dia do casamento dele, meu irmão mais velho que fumava também, estava na recepção comendo e bebendo sem fumar. Perguntei a ele pelo cigarro e ele disse-me ter parado, de repente, “no tapa”. Perguntei como foi isso. Respondeu-me com outra pergunta: “Você se considera agraciado em sua vida com bênçãos de Deus? Se você acha que sim, converse com Ele dizendo que em reconhecimento a tantas graças recebidas, você vai fazer um sacrifício muito grande para parar de fumar.” Este papo com meu irmão foi no dia 02/10/1993. A partir do dia 03/10/1993, até a presente data nunca mais fumei, embora até hoje ainda sonhe com cigarro.
Este caso tenho certeza que qualquer pessoa que queira parar de fumar e tenha muita fé em Deus, fazendo o que eu fiz, também conseguirá parar, pois Ele próprio dará forças para que se tenha êxito nesta missão.

Josué Antonio
joseuvon@oi.com.br

segunda-feira, 14 de abril de 2008

LOUVOR E PERDÃO

Senhor, tudo que podia ser dito em prosa e verso, lido, escrito ou cantado em louvores e agradecimentos e em honra à tua infinita bondade, misericórdia, humildade, caridade, amor, enfim, ã tua infinita perfeição, já o foi Senhor, e com tão belas palavras, e gestos, e notas musicais tão bonitas, que jamais poderia eu sequer tentar inovar neste campo.

No entanto Senhor, Tu me renovas, Tu me amas, Tu me proteges, Tu me ampara em todas as horas, minutos e segundos de minha tão insignificante existência, que eu ouso me dirigir a Vós Senhor, e dizer-te que vos amo muito, por tudo que constantemente estás a fazer por mim, desde o momento em que me concedeste o dom da vida; o dom de possuir pais, irmãos, família e amigos maravilhosos; o dom de viver numa natureza tão perfeitamente criada por Vós e colocada tão totalmente ao nosso arbítrio; o dom de conhecer-vos, através de vosso Filho Jesus Cristo e saber que um dia, através deste vosso Filho, chegaremos e gozaremos de Vossa Presença eterna e gloriosa. Por tudo isto Senhor, obrigado, e por todas as vezes em que não fui digno de tão grande amor, perdão.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

BALÃO DE AMOR

O amor é um balão
Onde se põe o coração
E se vai ao infinito
E de lá em alto grito
Dá-se ciência ao mundo
Em uma fração de segundo
Sem telex ou telefone
Mas veloz com’um ciclone

De nossas venturas mil
Que nosso coração explodiu
E se fendeu em pedaços
Para os beijos e abraços
De nossa amada amante
Que no espaço, errante
Conosco está a flutuar
Sem vontade de voltar.

Lula, banqueiros e aposentados

Nunca em toda a história moderna da democracia brasileira uma classe foi tão favorecida pelo governo federal como os banqueiros pelo governo Lula.
É absolutamente estarrecedor o volume de benefícios concedidos aos banqueiros que ao invés de se satisfazerem com o que já ganharam se mostram com um apetite avassalador de novos ganhos.
Quando Lula propiciou aos aposentados a compra indiscriminada de bens de consumo com desconto direto nas folhas de pagamento do Inss, abriu-se uma cratera sem fundo no orçamento já minguado pela falta de reajustes compatíveis com as necessidades existenciais de tão perseguida classe. Os banqueiros fizeram campanhas faraônicas disputando com pagamento de prêmios, a adesão dos aposentados às suas instituições.
Colocaram promessas nas propagandas: “compre agora e só comece a pagar com a primeira parcela de seu décimo terceiro salário”, isto quando ainda era março, abril e a primeira parcela do décimo terceiro só seria paga no dia 20 de novembro. Depois de muito venderem e emprestarem verdadeiras fortunas, veio mais um golpe do Lula, sem que ninguém pedisse ( acho que só os banqueiros ): bancando o bonzinho para a classe anunciou que a primeira parcelo do décimo terceiro seria paga em setembro. ( os banqueiros acho que nem agradeceram, receberem em setembro, 3 meses antes, a fortuna que emprestaram ). Os aposentados não tem força política ou qualquer outra de expressão, para reclamar desta roubalheira deslavada dos banqueiros. Meus irmãos e minhas irmãs, os banqueiros ganham manipulando o dinheiro alheio, são protegidos pelo Banco Central, não pagam imposto de renda, tem lucros recordes a cada ano, e ainda se dão ao luxo de disporem de uma forma de empréstimo privilegiada como verdadeiro filão de liquidez absoluta, pois recebem diretamente da conta do devedor antes mesmo que este saiba o valor de seus proventos.
Os aposentados quando tiveram aberto o canal de tais empréstimos, se viram pressionados por filhos, netos, parentes a comprar tvs, geladeiras, fogões, mobílias...
Não bastasse a pressão familiar, ainda teve a propaganda na mídia em geral, propondo-lhe tais compras sem aval, sem consulta ao SPC, Serasa, ... Sucumbiu. Esqueceu-se que teria de pagar tudo, querendo ou não, visto desconto compulsório em folha de pagamento, acrescido de juros abusivos a sua disponibilidade de caixa. Esqueceu-se também que um provento de R$380,00 já comprometido em sua totalidade, teria mais um credor, este insaciável e privilegiado banqueiro, mensalmente comendo-o pelas pernas, antes mesmo que possa comprar o pão, o leite e tudo o mais para suas necessidades vitais básicas.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

JUSTIÇA: NO BRASIL, INEXISTENTE OU INJUSTA 2

No plano comum no cidadão, hoje em dia quem não quer pagar uma divida, fala para a outra parte entrar na justiça, tal é a certeza de sua inexistência ou lentidão infinita que propiciará transferência de credito de geração para geração. É a legislação das entre linhas, dos subterfúgios jurídicos que espezinham o direito real, é o direito formal ( processual ) com seus prazos, vírgulas, oficiais de justiça muitas vezes não éticos, muitos juizes sem isenção, excesso de prazos a serem vigiados, excesso de ações que visam exatamente não serem julgadas, acordos e cambalachos de partes inescrupulosas, enfim, um corredor de tramitação judicial mal cheiroso e indigno de ser chamado de Justiça. Nas nações mais evoluídas do mundo tudo se faz para resolver rapidamente as querelas entres os cidadãos, visando primeiramente a satisfação coletiva de segurança e Justiça igualitária. Nos Estados Unidos por exemplo, uma colisão de veículos simples, leva os envolvidos diretamente a presença de um juiz e a prolação de sentença imediata, muitas vezes o culpado já ficando detido, ou pagando fianças compatíveis com os estragos feitos. No Brasil, normalmente, se faz um mal acordo a se demandar na justiça. Isto só acontece quando uma das partes não quer pagar, então entra em litígio e fala para o opositor entrar na justiça.
O sistema jurídico nacional está um caos, impossível de se obter qualquer coisa assemelhada a Justiça. A começar pelo principio básico de que: “Tratar igualmente a desiguais não é uma igualdade justa mas uma desigualdade flagrante”. No Brasil comumente os poderosos praticam toda espécie de delitos e crimes impunemente e servem de amostragem para todo o povo brasileiro que aqui quem rouba muito é que está certo. A classe média como em todos os lugares do mundo sustenta a nação e a classe pobre é que paga por todos os pecados.
Precisa-se urgentemente de se esclarecer o povo brasileiro que tudo isso pode ser mudado, que ele é o senhor da nação, é a razão da existência das instituições, do governo, da Justiça, e que se ele povo não lutar com as armas de que dispõem, o sofrimento não terá fim, ou melhor, será cada vez maior e insuportável. Que ele seja ilustrado com exemplo da marcha sobre a Bastilha pelo povo Francês, munido de facas, foices, paus, no auge do desespero e do sofrimento ocasionados pelo governo opressor. O que temos de fazer, alem de cumprir nossa obrigações de cidadãos, é vigiar, denunciar, tudo de errado que vermos, votar em candidatos comprometidos com a ética, moral, bons costumes, honesto, trabalhador, e vigiá-lo também, porque em contato com os demais, quase todos corruptos ativo e passivamente, sofrerá uma pressão muito grande de transformação para se juntar aos maus elementos. Isto e compreensível, porem inaceitável; portanto precisamos manter vigilância total e continua sobre o elemento que foi objeto de nossa confiança, ganhando nosso voto. Mas, verdade verdadeira, precisamos mesmo é de orar, rezar muito, para que Deus em seu infinito amor pela humanidade, nos ajude a reverter o quadro sinistro de nossa Justiça, mostrando-nos a Sua Infinita Justiça Divina e Eterna.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

terça-feira, 8 de abril de 2008

AGLOMERADA SOLIDÃO

Esta febre que assola o mundo chamada telefonia celular, está trazendo uma série de discussões sobre as conseqüências imprevisíveis do avanço tecnológico, impossível de se acompanhar. São tantas as novidades que o Ser Humano está atônito, eu diria mesmo que perdido dentro desta parafernália virtual. A população explodindo demograficamente, sem limites de segurança compatíveis com as necessidades de habitação, saúde, educação, lazer, tudo isso impedindo um desenvolvimento saudável no exercício de suas cidadanias. O que se vê são as multidões caminhando apressadamente com o celular no ouvido, ou nos bares, restaurantes enfim em todos os lugares, numa ânsia de se estar falando com alguém e sendo objeto de atenção de outro ser humano. Nada me tira da cabeça que isto é o mais claro sinal indicativo de solidão, a necessidade, a afirmação de que não se está sozinho, que é objeto de atenção de outra pessoa, de passar o tempo em companhia de outra pessoa sem ter que ficar sozinho e enfrentar a si próprio em um interlocutório que poderá ser dramático em face do vazio de certezas em que se encontra.
Esta fuga de uma introspecção é acompanhada cada vez mais por adesões a eventos de massa, no meio da qual se sente amparada pela igualdade de sentimentos de frustração, de impotência e de desconhecimento de tudo que está em ritmo frenético de desenvolvimento tecnológico.
Celular é uma invenção fantástica de uma serventia imensa, mas que está atrapalhando por uso inadequado, o relacionamento humano. Eu diria que a sinceridade, a honestidade, o amor, a franqueza, sentimentos que se vislumbra numa conversa frente a frente, olhos nos olhos, estão deixando de ser verdadeiros, autênticos, pela facilidade da camuflagem virtual. Um exemplo: é mais fácil xingar uma pessoa mais forte do que agente ao telefone do que pessoalmente. Mentir é a coisa mais tranqüila do mundo ao telefone, pois pessoalmente exige-se uma “cara de pau” que não é muito comum se ter.
Para terminar gostaria de lembrar um ditado que diz: “A palavra é prata e o silencio é ouro”. É no silêncio que nos encontramos conosco mesmos e com Deus e nesta introspecção sempre conseguimos crescer espiritual, moral, e religiosamente.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

MARESÍA

É amor, é a saudade.
É o pranto que m’invade.
É a doce melancolia.
Isto é maresia.
É a onda a deslizar.
Contra a pedra a se chocar.
E em mil anos a fender.
E eu me sinto perecer.
A voar junto com o vento .
Nas asas velozes do tempo
com tristeza ou alegria .
isto é maresia.
É o mar beijando areia
em noite de lua cheia.
Ou nele batendo raivoso.
Ao se sentir saudoso
da lua encoberta no céu.
Pelas nuvens qual um véu.
E o jovem a sonhar.
Com a noiva aos pés do altar.
Jurando amor eterno.
Sem saber o inferno
Sua vida se tornaria.
Isto é maresia.
Não seria a própria vida.
Entre sua chegada e partida.
Com seus pesares e venturas.
Suas bonanças e agruras.
Seus amores e desencantos.
Suas alegrias e prantos.
Uma feliz e sofrida agonia?
Isto é maresia.
Josue Antonio
josuevon@oi.com.br

Liberdade libertina 2

Semana passada li nos jornais que lá na Holanda estaria sendo votada uma lei permissiva de relações sexuais nos parques públicos. Quase não acreditei. Esta semana a França parece que, não querendo perder a primazia de inovar também colocou em votação lei idêntica... Meu Deus! Os evangélicos parece que estão certos dizendo que está próximo o fim do mundo e a volta de Jesus Cristo. Completo eu: é realmente o caos, o fundo do poço, o desvario total indicativo de uma humanidade desnorteada e capitulada diante das manobras perversas e enganosas de modernidade, de liberdade, das quais os governos usam e abusam para manter o povo sob controle e sem visão de suas estripulias, falcatruas, enfim, caminhando rapidamente para sua própria destruição moral, ética e religiosa.
Se tal lei for aprovada na Holanda e na França, brevemente com a nossa mania de copiar o que se faz lá fora, aqui também teremos o desprazer de presenciar cenas lastimáveis de homens se igualando aos animais irracionais; da humanidade esquecendo-se do amor, menosprezando sua própria inteligência e racionalidade cristã, partindo velozmente em direção ao desmoronamento total daquilo que é a base de toda vida no universo: a família.
Mas não pensemos que se chegou a este estado de coisas por acaso. Isto vem ocorrendo ao longo dos anos dia a dia, ano a ano, promovido pela mídia, com o beneplácito do governo, fazendo vistas grossas e não usando de sua prerrogativa necessária e indispensável na proteção de seu povo, que é uma censura firme e protetora dos bons costumes. Ao contrário, o que temos visto é o governo pregando a liberdade, como se esta fosse uma coisa irrestrita, total e direito absoluto de uso de todos os cidadãos. Sabemos que a liberdade só é boa quando preserva a integridade e o direito de uso da cidadania plena sem ofensas ou arranhões a liberdade alheia.
Jesus Cristo mostrou-nos cabalmente, com atos e palavras que não se deve abrir mão das necessidades vitais inerentes a cada um de nós, quando expulsou os vendilhões do templo sagrado que estava sendo usado inadequadamente.
Queridos irmãos e queridas irmãs em Cristo: é mister que ajamos com urgência, firmeza e determinação no sentido de nos defendermos desta orgia de luxúria e destruidora de nossas famílias e de nossos lares. Faço deste minifúndio de papel um apelo dramático de cunho político, social e religioso, a todas as autoridades civis, militares e religiosas, que comecem a dirigir suas ações no sentido de proteger-nos desta modernidade delituosa, que poderá nos conduzir a implosão total das famílias brasileiras.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

JUSTIÇA: NO BRASIL, INEXISTENTE OU INJUSTA

O maior entrave para o desenvolvimento nacional em todos os sentidos, é o sistema legislativo e judiciário brasileiro. Legisla-se muito mas peca-se mais ainda colocando-se o direito formal acima do direito real. Hoje em dia, todos, e neste “todos”, incluem-se os governos federal, estadual e municipal, usam e abusam da lei em interesses próprios em detrimento do cidadão que paga os impostos que os sustentam. Optei por falar inicialmente dos governos, pois são eles que deveriam dar o exemplo e no entanto são os que mais espezinham o povo fraco e oprimido. Exemplo mais absurdo do que as desapropriações públicas, que amontoam com seu volume os corredores e os arquivos da justiça em todos os níveis. Para quem não sabe, uma desapropriação para implantar uma obra pública, já no inicio começa errado com leis votadas nas caladas das noites autorizando-as; depois o desenrolar das licitações para as obras e as citações para as desapropriações; estas com valores ridículos no caso de cidadãos comuns e super valorizadas no caso de apadrinhados. Ai começa o martírio, a via crucis de quem esta sendo desapropriado: é uma ação cujo termino provavelmente ele não verá, pois arrastar-se-á por décadas; talvez nem os netos consigam ver o desfecho. Isto porque o processo não andará normalmente e o órgão público será sempre favorecido com prazos além do permitido, com recursos de toda ordem inclusive, ainda que bem intencionado, recurso obrigatório a instâncias superiores no juizado federal. Quando enfim se tiver uma decisão final, inapelável, exeqüível, ai, o drama se torna indescritível pois ficará a mercê de vontades políticas de cumprir os precatórios e quando resolvem fazê-lo ainda será parcelado e a perder de vista. Uma ação de desapropriação, nunca estará concluída com o ressarcimento, antes de no mínimo dez anos sendo que o mais comum é durar 30, 40 ou mais até de 50 anos. É urgente que se faça correções imediatas na legislação, para corrigir tais distorções profundamente antidemocráticas, injustas e abusivas dos direitos individuais do cidadão.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Liberdade libertina

Após uma pausa de quase vinte anos retomo hoje 6 de março de 2008 com a ajuda de Deus a escrita sobre diversos temas sempre objetivando colocar o que penso ao alcance dos que me lêem visando sobretudo uma melhoria e um crescimento espiritual e intelectual de cada um de nós, afim de que, se possível, consigamos melhorar um pouco que seja o nível de entendimento entre os homens.
Inicialmente, destacaria a violência que impera na humanidade. Vale aqui uma pequena mas necessária avaliação das possíveis causas desta violência.
A ambição, ganância e inveja formam o tripé de apoio da origem;
Os meios de comunicação que deveriam formar uma opinião pública sadia são ao contrário, péssimos agentes nesta formação.
Os governos, que deveriam se preocupar em proporcionar ao povo o seu desenvolvimento pleno com saúde, paz, moradia, alimentação, ao invés, cuidam de seus interesses espúreos muitas vezes megalomaníacos procurando um enriquecimento próprio e de seus apadrinhados em detrimento do povo.
Atualmente fala-se, escreve-se, mas faz-se muito pouco para reverter o quadro triste da falta de uma distribuição justa de riquezas e de se colocar o cidadão em pleno uso de seus direitos e no exercício de sua cidadania. O mundo inteiro se preocupa na defesa do meio ambiente, na defesa das liberdades individuais, mas estamos todos nos esquecendo de discernir entre direitos e obrigações de cada um para com o próximo e deste para com cada um de nós. Não há a menor possibilidade de relacionamento humano sadio sem haver respeito aos direitos individuais e coletivos. A liberdade está sendo vilipendiada pelas más interpretações e usada indiscriminadamente sempre de acordo com os interesses próprios individuais. Estamos todos nos esquecendo da máxima aprendida com nossos pais, de que nossa liberdade termina onde começa a do próximo.
Este tema, Liberdade, pode ser o ápice de todas as discussões modernas sobre ética, moral, costumes, etc, que estão trazendo soluções verdadeiramente preocupantes, visto que mudam radicalmente os conceitos que fundamentam a constituição de uma família cristã e sadia.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

Improbidade deslavada

É inacreditável! É absolutamente deplorável o que os deputados lá em Mato Grosso fizeram. Compraram com o erário público cadeiras de 3 mil reais cada uma com controle remoto para acioná-las, em suas funções de massagens vibratórias, temperaturas variáveis e sabe-se lá mais o que elas fazem, a título de correção de problemas de saúde como tromboses, artroses e outros oses que nós, população trabalhadora não podemos nos dar ao luxo nem de saber o que são tais coisas. Um bando de manés, que o próprio povo lá colocou, arvorando-se em arautos da modernidade esquecendo-se de sua missão maior que é de cuidar da saúde, moradia, segurança, cultura e lazer do povo que os elegeu.
Os franceses fizeram a marcha da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, munidos de foices, facões, pedaços de pau, pedras, e conseguiram tudo a ferro e fogo, ceifando a vida dos opressores e governantes criminosos.
O senhor Fernando Collor de Melo por muito menos foi objeto de uma cruzada cívica encetada por jovens e pelo povo brasileiro insatisfeitos como o que se apurou de errado em sua administração.
Nossos hermanos argentinos por questões ínfimas de atentados aos seus sentidos patrióticos, incendeiam, fazem greves, brigam por sua pátria.
Nós, brasileiros, vemos os políticos de uma maneira quase que geral, assaltando os cofres públicos através de licitações enganosas, desvios de recursos, apadrinhamento de criminosos, formando quadrilhas imensas que, rastreadas por polícias internacionais caíram no domínio público da imprensa mundial como ladrões, e continuam aqui no Brasil passeando livremente suas criminalidades impunes e imunes a execração pública, como se nada tivessem feito, mostrando ao povo que no Brasil, ser político desonesto é bom, lucrativo e direito, visto que não existe punição nem perseguição como seria de se supor que acontecesse.
Finalizando, lembro com saudades da receita que meu pai tinha para os criminosos: uma surra de borracha no couro em pelo a noite para dormir quentinho e outra pela manhã para lembrar do que se fez de errado no dia anterior.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

AMOR SEM RETOQUE

Meu amor não fenece
Ao contrário, ele cresce
A cada minuto de vida
E isto aumenta a ferida
De vê-la beijar alguém
Na minha frente, que desdém!
Sem que ele pedisse o beijo,
Somente por seu desejo.
Queria fosse o contrário
E ele bancasse o otário
De na minha frente tentar
Um beijo seu querer roubar.
Imagino já o coitado
No chão ensangüentado
Em murmúrio mal ouvido
Lamentar o gesto atrevido.
No entanto, que tristeza,
De meu amor a beleza
Maculada ficou por seu ato
Tal como um retrato
Que se faça retocar
E o retratado a odiar
Ficasse aquela imagem
De dizer não ser a sua
E a verdade nua e crua:
Ele muito mal retocado
E eu bem mal amado.

Pra início de conversa

Estamos no ano de 2008 e com isto já vou me reportar aos idos de 1952, quando no Colégio Arnaldo, perguntava ao professor como foi baseada a história da humanidade e como se determinou os números etários da história. Respondeu-me que estávamos no ano de 1952 após Cristo e que a humanidade dentro deste calendário se resumia a antes e depois de Cristo. Parti para saber quem era aquele que se situou como divisor na história da humanidade. Quem foi Jesus Cristo ? Como nasceu ? Como viveu? Como morreu ?
Fiquei pasmo de admiração e surpresa ao ver a simplicidade e pobreza em seu nascimento; mais ainda, ao ver sua trajetória de pregações do bem, amor e fraternidade entre os homens; e finalizando, sua morte cruel, sangrenta, injusta, mas aceita por ele para cumprir o objetivo maior traçado para sua vida entre nós: salvar a humanidade.
Não tive, tenho, ou terei a menor dúvida em afirmar que tal criatura só podia ser do nível superior de nossa criação, ou melhor, para mim o próprio Filho do Criador.
Isto posto, comecei a imaginar uma maneira mais fácil de seguir o exemplo e as determinações que Ele nos deixou, o que passo a expor:
O homem foi criado à imagem e semelhança de Deus: Jesus habitou entre nós assumindo a nossa humanidade. Reparemos em nossa constituição física: temos os 2 olhos no rosto olhando em frente; o nariz também posicionado para frente; as orelhas também receptivas de sons principalmente da frente e dos lados; a boca falando para a frente; os pés plantados em ordem de marcha à frente; as mãos prontas a serem estendidas para o cumprimento fraterno à frente... o que tudo isso quer dizer ? Que atrás, é passado; irremovível; irretocável; que cabe a nós no que diz respeito ao passado, somente aceitá-lo, tomá-lo como exemplo para não repetir os erros, e perdoar tudo, completamente tudo. PERDÃO, PASSADO ! Se assim procedêssemos, não haveria guerras, pois Judeus e Mulçumanos se perdoariam reciprocamente; não haveria vinganças; não haveria ódio; enfim, tudo se resumiria em Amor entre os homens.
Vivamos o hoje, procuremos ser felizes hoje, façamos e pratiquemos boas ações hoje, para que o amanhã que não sabemos como será, tenha perspectivas alegres e promissoras de harmonia, amor e solidariedade entre os homens.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br