Tenho medo. De que?
Não sei o porque.
Sou feliz. Entretanto,
Isto eu lhe garanto,
Ao invés de alegre ficar,
De feliz eu me por a cantar,
Eis-me triste angustiado,
Ao viver meu amor calado.
Serei diferente no amar?
Ou só aprendi a chorar
Nesta vida de desamores
De poucas venturas e muitas dores,
Que me faz assim tão medroso
Triste e até rancoroso
Com este destino malvado!
Que me perdoem o pecado
De ir contra a sina da vida
Que em mim só tem feito feridas.
Talvez por isto agora
Tenha medo de por para fora
A alegria desta paixão
Que explode em meu coração.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
Nossa estou gostando muito de suas crônicas, as poesias intao maravilhosas, tambem sou escritor tenho 60 anos e estou gostando muito do seu blog. Quero fazer um tambem mais nao tenho um neto pra me ajudar... tenho primeiramente q fazer um e-mail. quando fizer eu coloco em seu blog obrigado
Postar um comentário